Cris do Morro Voz e Violão
Publicado: 12/1/2009 15:56:08

Paralelamente aos seus projetos sociais, Cris resolveu fazer uma volta ao passado e lançou seu novo projeto chamado “Cris do Morro Voz e Violão” que consiste em interpretações de músicos maravilhosos como Tim Maia, Seu Jorge, Cartola, Caetano Veloso e etc. em bares que acolhem o projeto.

Além disso, é uma recordação de sua infância e adolescência musicais. Nessa época, Cris se encontrava com os amigos nos becos do Morro para dedilharem o violão e assim entravam pela madrugada compondo e cantando velhas canções.

Cris percebe que a música em sua adolescência, fez com que não só ele, mas seus amigos próximos se afastassem das drogas e de diversos caminhos tortuosos espalhados nos becos do Aglomerado Santa Lúcia.

Por isso, ele diz que é bonito ouvir uma música bem tocada somente com a voz e o violão. Quando bem tocado, o violão toca na alma das pessoas, mexe com sentimentos, instiga desejos e sonhos, tendo assim a capacidade junto com quem o toca, de levar as pessoas a outro estado de espírito e engrandecendo a alma!

Mais informações sobre o projeto: kleo@crisdomorro.com.br ou www.youtube.com.br

 

Confiram...

 

VOZES DO MORRO
Publicado: 23/12/2008 13:45:15

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Vozes do Morro vai revelar e divulgar produção musical de vilas, favelas e aglomerados

 O governador Aécio Neves lançou, no dia 13 de março, o Vozes do Morro, projeto que pretende descobrir talentos e divulgar a produção

musical das vilas, favelas e aglomerados de Belo Horizonte e de Ibirité, Ribeirão das Neves e Santa Luzia. A proposta é dar voz a músicos

e à arte produzida na periferia que não tem visibilidade por permanecer restrita aos círculos comunitários. O projeto Vozes do Morro vai

privilegiar o ineditismo e estimular a diversidade de linguagens musicais.

Esse é um projeto que vai permitir que talentos tenham apoio para florescer, ser divulgados e construir suas carreiras. A partir da divulgação

desses artistas, teremos, com certeza, muitas surpresas. Onde se canta, onde se faz música, se vive melhor, longe da violência,

com alegria, disse o governador.

Solidariedade

O Projeto Vozes do Morro foi desenvolvido pelo Governo de Minas em parceria com o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas)

e o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (SERT/MG) com apoio de emissoras de rádio e televisão de Belo Horizonte.

O governador destacou a importância da parceria com as emissoras de rádio e televisão em Belo Horizonte e com entidades como o Sebrae

para o sucesso do projeto.
“O que estamos fazendo, na verdade, não é um projeto de governo. É uma grande parceria com as emissoras de rádio, de televisão

e também o setor privado. As emissoras estão participando de algo que vai dar oportunidade a artistas, talentos que estão escondidos,

despercebidos por toda essa Minas Gerais”, afirmou.

“É um projeto inédito em todo o país, que tem o objetivo de criar novas oportunidades para pessoas que são dedicadas, têm um talento

extraordinário e, muitas vezes, não têm oportunidades de serem reconhecidos pela sociedade em que vivem”, ressaltou a presidente

do Servas, Andrea Neves da Cunha, lembrando que toda a divulgação do Vozes do Morro está sendo feita de forma gratuita pelos

parceiros. “As emissoras possibilitarão o reconhecimento de muitos artistas que passam a vida inteira sem chances de mostrar seu

talento”. Esse é o foco essencial neste projeto: fazer com que toda Minas possa reconhecer o talento de jovens, adultos, pessoas mais

de idade, que dedicam uma vida inteira e, muitas vezes, não conseguem mostrar o seu trabalho, disse.

Aprovação dos artistas

Durante o lançamento do projeto, na Barragem Santa Lúcia, em Belo Horizonte, apresentaram-se os grupos musicais Mente Fria e

Brothers Soul, da Vila Pinho (Região do Barreiro). Participaram do lançamento os cantores Flávio Venturini, Vander Lee, Rogério

Flausino, Marina Machado, Toninho Horta, Wilson Sideral, Cláudio Venturini, Luiz Carlos Sá, entre outros. Representando os artistas

convidados para participar do projeto, Rogério Flausino, vocalista da banda Jota Quest, destacou o ineditismo do projeto e estimulou

os músicos de vilas e favelas a participarem do Vozes do Morro. “São projetos como esse que fazem com que as pessoas tenham um ideal.”
Para o representante da comunidade da Barragem Santa Lúcia, Cristiano da Silva, o Cris do Morro, o projeto é uma porta para que os

artistas de favelas, de aglomerados tenham a oportunidade de ver sua música divulgada. “A arte está também dentro da favela. Acho que

os artistas do morro estão ganhando um presente, que deve ser aproveitado por todos”, disse.
Até junho serão selecionados dez artistas ou bandas que terão suas músicas apresentadas ao público através de spots e pequenos

programas em diferentes formatos. Cada um dos dez artistas ou grupos musicais selecionados receberá 100 cópias de um CD e

100 cópias de um DVD com gravação das canções divulgadas pelo Vozes do Morro. Os selecionados participarão também de um

curso de formação gerencial oferecido pelo Sebrae-MG, parceiro do projeto.

“Desenvolvemos um projeto que é uma grande janela aberta para que todos possam participar. Teremos uma divulgação ao longo de todo

ano. Na primeira fase contamos com quatro bandas que fazem a apresentação da fase piloto do projeto e a partir de meados de

junho começaremos a apresentar as dez bandas que forem selecionadas e que vão ser conhecidas até o final de dezembro”, explicou

Andrea Neves.

Inscrição

As inscrições para o projeto Vozes do Morro são gratuitas e estão abertas até 11 de abril, na Secretaria de Estado de Cultura. Podem

participar artistas solo e grupos musicais das vilas, favelas e aglomerados das quatro cidades. Para se inscrever, o artista não

pode ter sido diretamente agraciado com nenhuma lei de incentivo municipal, estadual ou federal nos últimos cinco anos.

Cada um dos participantes poderá apresentar até três músicas de seu repertório. O tema do trabalho e o estilo musical são de livre

escolha do candidato, sendo que apenas uma música será selecionada.

Para se inscrever, o interessado deverá preencher ficha de inscrição disponível no site www.vozesdomorro.mg.gov.br ou na Secretaria

de Estado de Cultura e ainda apresentar os seguintes documentos: seis cópias em CD com até três músicas interpretadas pelo artista

ou grupo musical; letra das músicas inscritas impressas em papel formato A4; cópia da identidade, CPF, comprovantes de residência.

O artista interessado também poderá anexar reportagens e outros materiais impressos publicados sobre seu trabalho.

O critério para escolha dos municípios que participam do projeto levou em conta o fato de estar localizados na Região Metropolitana de

Belo Horizonte, de ter uma população igual ou maior do que 100 mil habitantes e apresentar Índice de Desenvolvimento Humano (IDH),

critério renda, abaixo de 0,65.

Participam da fase piloto de divulgação do projeto, dois grupos e dois artistas, de estilos musicais diversos. Todos eles atuam em

projetos sociais nas favelas em que residem. São eles: Mente Fria, do Morro do Papagaio (rap) e Mestre Tito, do Vale do Jatobá

(black music); Anjos de Metal, do Aglomerado da Serra (pop rock); Senhor Domingos, do Morro das Pedras (samba); Pastora

Cleide, do Morro da Ventosa (gospel).

Mais informações:
www.vozesdomorro.mg.gov.br

 

FAVELA BELA
Publicado: 15/8/2008 19:07:52

Parte do Projeto "Só Quero ver meu Morro Feliz", o "Favela Bela" prevê a revitalização dos conglomerados, morros e favelas, por meio do cuidado com as ruas e casas. São feitos reparos necessários, e as fachadas das casas são pintadas com tintas recebidas por doações.

A iniciativa é simples. Bastou uma mão de tinta e as casas de uma das maiores favelas de Belo Horizonte ganharam nova aparência. O projeto ‘Favela Bela’ já melhorou a auto-estima de mais de 600 moradores do Morro do Papagaio.

No meio de milhares de paredes sem acabamento, as cores começam a se destacar na Favela do Papagaio. As cores mudaram a maneira dos moradores se referirem às suas casas. Uma delas, por exemplo, é a única verde do beco. Diferença que está aumentando a auto-estima e a dignidade num lugar em que quase todas as moradias são muito parecidas.

Pela primeira vez, Dona Alzira Santos Martins mora em uma casa com paredes rebocadas e pintadas. “Eu adoro verde. Verde pra mim é esperança”, disse a dona de casa. “A minha casa é a segunda azul. É o orgulho que eu tenho”, disse outra moradora.

O empresário Cacá Moreno, de um bairro vizinho, começou o projeto ‘Favela Bela’ sozinho. Hoje já tem colaboradores e está a procura de mais parceiros “Pra colocar aqui dentro oficinas de pedreiros, oficinas de pintor, porque nós temos aqui 6 mil casas e barracos. Pra rebocar e pintar, nós vamos precisar de 120 mil latas, sozinho é impossível de a gente fazer”, disse o publicitário, idealizador do projeto.

Pedreiros e pintores que moram no local contribuem com a mão-de-obra. Fabiano Valentino, o Pelé, já notou que a transformação não é só nas fachadas. “Antigamente ninguém se preocupava em limpar sua porta, recolher o lixo. E com a melhoria as pessoas vêem que isso faz parte da transformação”, disse o artista plástico.

E chegou a vez de Dona Ermelinda - sete filhas, 12 netos, todos morando agora na casa rosa de dois cômodos. “É a casa mais bonita que tem no morro é a minha”, disse a aposentada.


O DIA DE FAZER A DIFERENÇA
Publicado: 15/8/2008 19:04:41
Neste dia, habitantes de toda a Belo Horizonte serão convidados a tomar parte num projeto que propõe um trabalho voluntário de “mutirão” para atender a diversas necessidades dos conglomerados, vilas e favelas. Serviços médicos são prestados, palestras educativas, ruas de lazer, pinturas das casas e outras inúmeras ações que beneficiam não só as comunidades, mas todos os cidadãos, pois promove a integração e a responsabilidade social.

Este projeto conta com a iniciativa da Rede Record Minas, que já promove o evento em outras cidades do Brasil.

Inspirado em evento realizado nos Estados Unidos, esse é o dia do ano no qual empresas, escolas, organizações, entidades sociais e milhares de voluntários se mobilizam para realizar ações sociais simultâneas.
 
No Brasil, desde 2006, o Instituto Ressoar vem sendo o responsável por instituir, promover e difundir esse evento. O Dia de Fazer a Diferença é um grande conjunto de ações ligadas ao Terceiro Setor que mobiliza vários cantos do Brasil num único dia.

Diversas atividades acontecem simultaneamente. Abrigos de crianças, idosos e associações comunitárias recebem reformas; alimentos são arrecadados por meio de shows e jogos de futebol beneficentes. Muitas árvores são plantadas em praças e parques.

Além disso, acontecem ações solidárias múltliplas como, por exemplo, emissão de documentos, assessoria jurídica e exames médicos, em diversos locais da periferia da cidade.

Os artistas e profissionais da Rede Record participam ativamente do Dia de Fazer a Diferença organizando leilões, participando de programas de doação de sangue, e emprestando seu carisma e popularidade para incentivar a participação da sociedade.

Agora, no dia 31 de agosto de 2008, estamos trazendo essa ação frutífera para o Aglomerado Santa Lúcia, em BH. Neste dia não queremos fazer somente a diferença. Queremos fazer história e promover uma grande onda de  participação cidadã.

Saiba mais no site oficial clicando aqui.


CARNAFAVELA
Publicado: 15/8/2008 19:02:25
Sucesso na primeira edição, em 2007, o Carnafavela vem se firmando como boa opção de diversão, no calendário de eventos de Belo Horizonte.

Foram 4 dias de folia, de 17 a 20/02/07, com diversão para todas as idades e até para os cães de estimação dos foliões! No Bloco "Au Au", os animais desfilaram fantasiados com seus donos, esbanjando simpatia e travessuras! Houve também o Bloco da Melhor Idade, para os idosos, o Bloco das Piranhas, em que homens saíram vestidos de mulher, apresentação do Bloco Os Invasores, e do Os Bacharéis do Samba, além da Ala Gay, bastante animada.



A Escola de Samba Cidade Jardim também marcou presença, e subiu o morro com a Ala das Baianas, a porta-bandeira, o mestre-sala, as mulatas e a bateria, levando muita alegria e diversão para a festa.





Houve também partidas de futebol e concursos de fantasias. Não só os moradores do conglomerado, mas também os visitantes, puderam participar do concurso de melhor fantasia. "Queremos resgatar as origens do carnaval e fazer uma interação social entre favela e asfalto", disse Cris do Morro, coordenador da festa.

FESTA SEM VIOLÊNCIA

Os foliões aproveitaram um carnaval de alegria, confraternização e paz. Além da campanha "Folia Segura de Cara Limpa" promovida por secretarias estaduais, os participantes do evento contaram com o trabalho dos policiais do 22o Batalhão da PM, para a segurança da festa.



Alessandro Crosara Petronzio, Capitão da Polícia Militar, e Comandante da 124a Companhia Especial da PM, enviou relatório em que elogiou a organização e a tranqüilidade da festa. Ele cita a iniciativa e o empenho da comunidade para realizar o evento. Segundo ele, "todos os oficieais que comandaram o policiamento do 'Carnafavela-2007' relataram que o evento foi tranqüilo e sem registro de ocorrências. Sequer foi registrado tumulto no local (...), mesmo com a presença de um público estimado de 9.000 pessoas..."

O Comandante apenas ressaltou a necessidade de instalação de banheiros químicos, e afirmou que o Carnafavela-2007 superou "todas as nossas expectativas", e que foi importante para "melhorar o ambiente e a convivência das pessoas que residem nos aglomerados envolvidos".


REDE FAVELA
Publicado: 15/8/2008 18:59:45
Rede criada pelos líderes comunitários representantes dos diversos conglomerados, vilas e favelas para promover a comunicação, integração e discutir questões de interesse comum.

A Rede Favela conta hoje com representantes das seguintes Favelas e Bairros de Periferias:

- Complexo da Serra
- Vila Pau Comeu
- São Lucas
- Vila Sumaré
- Vila Tiradentes
- Vila Ideal
- Pedreira Prado Lopes
- Morro do Papagaio
- Barragem Santa Lucia
- Ribeirão das Neves
- Maria José (Vespasiano)
- Nazaré
- Vila Sumaré
- Aparecida
- Camargos
- Barreiro
- Maria Goreth
- Santa Inês
- Nova Suíça
- Durval de Barros
-  Comunidade Santa Luzia
- Taquaril
- São Bernardo (Vila São Tomáz)
- Ibirité
- Sagrada Família


SÓ QUERO VER MEU MORRO FELIZ
Publicado: 15/8/2008 18:56:45


Só Quero Meu Morro Feliz - Junho 2008

foto: Ricardo Alluoto

Esse projeto leva educação, cultura, cidadania e dignidade às favelas. Por meio de uma série de propostas, tentamos melhorar a qualidade de vida nas vilas e aglomerados de Belo Horizonte. Há programas de atendimento médico e cuidados com a saúde, conscientização ecológica, obras de melhoria nas ruas e casas (Favela Bela), divulgação de informação, integração social, eventos culturais e de entretenimento, além do atendimento à comunidade, com a prestação de serviços úteis, como, por exemplo, a emissão de documentos.

O projeto idealizado pela parceria entre a ONG 4 Cantos do Mundo e a Associação dos Artistas do Morro do Papagaio, teve início em 2003, com o objetivo principal de integração social dos participantes e de disseminar a informação democratizada, a educação e o entretenimento (cultura e lazer). Ele envolve, a princípio, o Aglomerado Santa Lúcia, favela na zona Sul de Belo Horizonte, e resume o maior desejo de seus moradores: melhorar a qualidade de vida do lugar em que vivem. O Morro do Papagaio pertence ao Aglomerado Santa Lúcia, composto ainda pela Barragem Santa Lúcia, Vila Esperança e Vila Estrela, com uma população total de 35 mil habitantes.


Só Quero Meu Morro Feliz - Junho 2008
foto: Ricardo Alluoto

“Só Quero Ver Meu Morro Feliz” é o desdobramento de um evento organizado pela Associação de Artistas do Morro que reuniu os talentos de todo o Aglomerado em apresentações de música, dança de rua, grafite e capoeira. Assim como a campanha "Natal e Esperança", também organizada pela Associação (por meio da qual foi arrecada meia tonelada de alimentos), o encontro foi beneficente e, é claro, possibilitou momentos de alegria inesquecíveis no Morro.

A Associação de Artistas do Morro do Papagaio foi fundada em janeiro de 2001 por dois músicos da banda de black music do Morro do Papagaio, Enigma Black. Cristiano Silva e Fabiano Ricardo criaram a entidade com o objetivo de integrar os artistas (profissionais ou não) do Aglomerado. “O nosso objetivo era mudar a imagem do Morro”, conta Cristiano. Com a verba da venda de seu primeiro disco, “O som da periferia”, eles deram início às atividades da Associação, com palestras e alguns poucos cursos em um local cedido pela Paróquia Nossa Senhora do Morro.

PARCERIAS ESSENCIAIS

Os parceiros são essenciais à implementação do projeto “Só Quero Ver Meu Morro Feliz”, que conta com uma série de oficinas oferecidas à comunidade. A começar pelo espaço físico: além do espaço cedido pela Paróquia, também conhecida como Igreja Velha, as atividades da Associação concentram-se em um galpão e um antigo bar, o Hame-Hame. Desde setembro, estão sendo realizadas 13 oficinas: Capoeira, Aeróbica, Violão, Grafite, Dança Afro, Teatro, Fuxico, Educação Ambiental, Oficina de Hip Hop, Cordel e Mamulengo, Percussão, Dança de Salão e Culinária Natural. Além disso, aos domingos acontecem sessões de cinema. Todas as atividades são gratuitas.

A Associação de Artistas do Morro do Papagaio consegue provar que o velho ditado “a união faz a força” continua valendo. Com pouco apoio financeiro, bons parceiros e muita vontade de integrar a comunidade em ações afirmativas, eles transformaram a Associação em um lugar que envolve todo o Morro. “Para fazer o Cinema Comunitário, foi preciso apenas uma televisão de 20 polegadas e um vídeo”, exemplifica Cristiano. As aulas, ministradas por moradores do Morro, do bairro São Pedro (vizinho à favela) e por integrantes da Ong 4 Cantos do Mundo, reúnem de 30 a 70 alunos por turma. Também colaboram com o projeto o Núcleo de Apoio à Família (NAF) da Prefeitura de Belo Horizonte, o Grupo Cuenda e o Cena em Foco, além de inúmeras lideranças comunitárias.

“Mas o mais significativo é o poder agregador que este projeto tem”, reflete Cristiano. “Nas aulas de violão que eu dou, por exemplo, são 30 alunos, mas nem todos têm violão. Então um empresta pro outro, eles vão treinar na casa dos vizinhos, e com isso ficam se conhecendo melhor, desenvolvem laços de amizade e ficam mais solidários”.